<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
		>
<channel>
	<title>Comentários sobre Farol Cultural</title>
	<atom:link href="http://www.farolcultural.com/comments/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://www.farolcultural.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Wed, 15 Feb 2012 14:08:50 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.2</generator>
	<item>
		<title>Comentário sobre Estrangeirismos: mocinhos ou vilões no nosso idioma? por Isadora</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2012/02/estrangeirismos-mocinhos-ou-viloes-no-nosso-idioma/comment-page-1/#comment-455</link>
		<dc:creator>Isadora</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:08:50 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=888#comment-455</guid>
		<description>Oi, Marcela! Que bom vê-la aqui!

Minha opinião como professora de inglês é esta: a apropriação de termos estrangeiros é prática comum em todos os idiomas e expressa, principalmente, a influência que determinado país tem na economia global. Atualmente, os Estados Unidos da América exercem grande influência no mundo. Prova disso é que o inglês passou a ser chamado de &quot;idioma universal&quot;; saber falar inglês, portanto, passou a ser pré-requisito para se obter uma posição no mercado de trabalho, por exemplo.
Essa influência americana (e porquê não britânica) em nosso dia a dia trouxe essa consequência, mas isso não quer dizer que apenas nós nos apropriamos de palavras deles, pois o contrário também acontece. Exemplos que vieram do francês: résumé (&quot;currículo&quot;), fianceé (&quot;noivo&quot;), café, arrive (&quot;ariver&quot;, &quot;chegar&quot;) etc.

É algo normal e totalmente plausível. Aliás, não me espantaria nem um pouco se logo começarem a aparecer palavras de origem espanhola no português. Tudo porque o espanhol já é a segunda língua mais usada no mundo dos negócios.

Enfim... é isso! 
Beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, Marcela! Que bom vê-la aqui!</p>
<p>Minha opinião como professora de inglês é esta: a apropriação de termos estrangeiros é prática comum em todos os idiomas e expressa, principalmente, a influência que determinado país tem na economia global. Atualmente, os Estados Unidos da América exercem grande influência no mundo. Prova disso é que o inglês passou a ser chamado de &#8220;idioma universal&#8221;; saber falar inglês, portanto, passou a ser pré-requisito para se obter uma posição no mercado de trabalho, por exemplo.<br />
Essa influência americana (e porquê não britânica) em nosso dia a dia trouxe essa consequência, mas isso não quer dizer que apenas nós nos apropriamos de palavras deles, pois o contrário também acontece. Exemplos que vieram do francês: résumé (&#8220;currículo&#8221;), fianceé (&#8220;noivo&#8221;), café, arrive (&#8220;ariver&#8221;, &#8220;chegar&#8221;) etc.</p>
<p>É algo normal e totalmente plausível. Aliás, não me espantaria nem um pouco se logo começarem a aparecer palavras de origem espanhola no português. Tudo porque o espanhol já é a segunda língua mais usada no mundo dos negócios.</p>
<p>Enfim&#8230; é isso!<br />
Beijos!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Estrangeirismos: mocinhos ou vilões no nosso idioma? por Engels</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2012/02/estrangeirismos-mocinhos-ou-viloes-no-nosso-idioma/comment-page-1/#comment-454</link>
		<dc:creator>Engels</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:38:10 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=888#comment-454</guid>
		<description>Olá a todos,
Creio que não seja uma questão de ser contra ou a favor. Penso que algumas questões devem ser tratadas como evolução. O caso das trocas entre as inúmeras culturas acredito ser parte dessa evolução. Em se tratando de evolução não existe como tomar partido. Basta nos adaptarmos a elas. Assim, eu acredito que comer um hot dog ouvindo funk é algo muito bom.
Um abraço,
Engels.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá a todos,<br />
Creio que não seja uma questão de ser contra ou a favor. Penso que algumas questões devem ser tratadas como evolução. O caso das trocas entre as inúmeras culturas acredito ser parte dessa evolução. Em se tratando de evolução não existe como tomar partido. Basta nos adaptarmos a elas. Assim, eu acredito que comer um hot dog ouvindo funk é algo muito bom.<br />
Um abraço,<br />
Engels.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Estrangeirismos: mocinhos ou vilões no nosso idioma? por Talita Bartolomeu</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2012/02/estrangeirismos-mocinhos-ou-viloes-no-nosso-idioma/comment-page-1/#comment-453</link>
		<dc:creator>Talita Bartolomeu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Feb 2012 16:35:24 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=888#comment-453</guid>
		<description>Ê lelê! Arrasou, Marcela. Gostei demais!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ê lelê! Arrasou, Marcela. Gostei demais!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Toquinho e Paulo Ricardo por Lincoln M</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/09/toquinho-e-paulo-ricardo/comment-page-1/#comment-452</link>
		<dc:creator>Lincoln M</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 03:59:51 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=614#comment-452</guid>
		<description>Desculpem amigos, ouvi o cd e nao consegui chegar ao final, &#039;e muito ruim, os arranjos nao se encaixam e nao sei como toquinho aceitou participar disso. Nao escuto mais sob risco de desgostar do toquinho no qual admiro.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Desculpem amigos, ouvi o cd e nao consegui chegar ao final, &#8216;e muito ruim, os arranjos nao se encaixam e nao sei como toquinho aceitou participar disso. Nao escuto mais sob risco de desgostar do toquinho no qual admiro.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Um “até breve” à brasilidade de Fraga por Talita Bartolomeu</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/12/um-%e2%80%9cate-breve%e2%80%9d-a-brasilidade-de-fraga/comment-page-1/#comment-451</link>
		<dc:creator>Talita Bartolomeu</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 17:56:57 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=817#comment-451</guid>
		<description>Que matéria legal, Isa. Muito interessante essa proposta de Ronaldo Fraga em levar a brasilidade para as passarelas. Isso mostra que moda também é cultura.

Adorei!

Beijão.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Que matéria legal, Isa. Muito interessante essa proposta de Ronaldo Fraga em levar a brasilidade para as passarelas. Isso mostra que moda também é cultura.</p>
<p>Adorei!</p>
<p>Beijão.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Um “até breve” à brasilidade de Fraga por Vanessa Vergani</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/12/um-%e2%80%9cate-breve%e2%80%9d-a-brasilidade-de-fraga/comment-page-1/#comment-450</link>
		<dc:creator>Vanessa Vergani</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Dec 2011 12:46:12 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=817#comment-450</guid>
		<description>É muito bacana a proposta do Ronaldo Fraga; sempre adimirei demais as criações dele e suas conexões com a nossa cultura. Uma pena essa pausa, né? Mas certamente virão coisas boas por aí, e nós seremos recompensados! 

Excelente matéria, Isa!
Beijocas!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É muito bacana a proposta do Ronaldo Fraga; sempre adimirei demais as criações dele e suas conexões com a nossa cultura. Uma pena essa pausa, né? Mas certamente virão coisas boas por aí, e nós seremos recompensados! </p>
<p>Excelente matéria, Isa!<br />
Beijocas!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Um pouco de samba no Farol – parte III por Cátia Ribeiro</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/12/um-pouco-de-samba-no-farol-%e2%80%93-parte-iii/comment-page-1/#comment-443</link>
		<dc:creator>Cátia Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:06:21 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=770#comment-443</guid>
		<description>Parabéns, adorei seus textos!Confesso que aprendi muito com eles, pois também não sabia que pagode é considerado um tipo de samba. O melhor de tudo foi saber que ainda têm jovens, como é o caso do Diogo Nogueira, contribuindo para nossa cultura, especialmente quando vivemos em uma época em que o Brasil está dominado pelo sertanejo.
Beijão!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns, adorei seus textos!Confesso que aprendi muito com eles, pois também não sabia que pagode é considerado um tipo de samba. O melhor de tudo foi saber que ainda têm jovens, como é o caso do Diogo Nogueira, contribuindo para nossa cultura, especialmente quando vivemos em uma época em que o Brasil está dominado pelo sertanejo.<br />
Beijão!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Presença por Ana Stella</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2010/12/presenca/comment-page-1/#comment-442</link>
		<dc:creator>Ana Stella</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 20:46:09 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=406#comment-442</guid>
		<description>Não há maior delicadeza que a simples esperança do amor.
Perfeito!
Parabéns Rafa! Mesmo conhecendo seu talento, sempre consegue nos encantar e surpreender!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não há maior delicadeza que a simples esperança do amor.<br />
Perfeito!<br />
Parabéns Rafa! Mesmo conhecendo seu talento, sempre consegue nos encantar e surpreender!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Um pouco de samba no Farol – parte III por Talita Bartolomeu</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/12/um-pouco-de-samba-no-farol-%e2%80%93-parte-iii/comment-page-1/#comment-441</link>
		<dc:creator>Talita Bartolomeu</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 19:35:14 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=770#comment-441</guid>
		<description>Discordo de você, Luis. Noel não é um achado, porque ele simplesmente é um dos melhores sambistas que já existiu; um gênio, completamente. Quanto ao Diogo, acredito que seja, sim, um achado, pois apesar da pouca idade e de aparecer, sim, na televisão, ele vem mostrando que aprendeu com quem, realmente, é ícone no samba, a começar pelo pai, João Nogueira (os outros também foram citados no texto). Não é, pois, por esse motivo que ele não se revelará um grande nome futuramente também, mesmo porque, o nosso grande Chico Buarque também sempre visitou as telinhas por aí. 
Sem fazer publicidade para o Diogo,acredito, pois, que o tempo o revelará como um grande sambista!

Abraços.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Discordo de você, Luis. Noel não é um achado, porque ele simplesmente é um dos melhores sambistas que já existiu; um gênio, completamente. Quanto ao Diogo, acredito que seja, sim, um achado, pois apesar da pouca idade e de aparecer, sim, na televisão, ele vem mostrando que aprendeu com quem, realmente, é ícone no samba, a começar pelo pai, João Nogueira (os outros também foram citados no texto). Não é, pois, por esse motivo que ele não se revelará um grande nome futuramente também, mesmo porque, o nosso grande Chico Buarque também sempre visitou as telinhas por aí.<br />
Sem fazer publicidade para o Diogo,acredito, pois, que o tempo o revelará como um grande sambista!</p>
<p>Abraços.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comentário sobre Um pouco de samba no Farol – parte III por Luis Henrique de Souza</title>
		<link>http://www.farolcultural.com/2011/12/um-pouco-de-samba-no-farol-%e2%80%93-parte-iii/comment-page-1/#comment-440</link>
		<dc:creator>Luis Henrique de Souza</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Dec 2011 19:18:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.farolcultural.com/?p=770#comment-440</guid>
		<description>Não é que não goste do novo. É que nele sempre permanece um quê de utilidade que só aquelas peças antigas de museu podem se dar ao luxo de não mais conter. É preciso sempre que o tempo dilua a utilidade das coisas para lhe atribuir aquele  aspecto arqueológico de uma descoberta ou de um achado. Do contrário, parece que a consciência não consegue decantar o quê em um artista pertence ao gênio e, portanto, à humanidade, e o quê nele pertence ao mercado e portanto à desumanização do homem. Por isso só o tempo revelará o gênio, assim como o espírito e o caráter de um homem. Por isso, gostaria de sublinhar que, até poderíamos inverter a situação e colocar aqui Noel Rosa como um achado arqueológico da minha amiga Talita (parabéns pelo texto) pois Diogo Nogueira, não é um achado, mas alguém estampado na tela da nossa TV (cotidiano e mundano), enquanto que Noel Rosa, parece sim com aquelas peças de museu, inúteis para o mercado e para a desumanização do homem, de importância colossal (sideral) para o enobrecimento do espírito e da vida do homem. Parabéns pelo achado (na minha perspectiva: Noel)!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Não é que não goste do novo. É que nele sempre permanece um quê de utilidade que só aquelas peças antigas de museu podem se dar ao luxo de não mais conter. É preciso sempre que o tempo dilua a utilidade das coisas para lhe atribuir aquele  aspecto arqueológico de uma descoberta ou de um achado. Do contrário, parece que a consciência não consegue decantar o quê em um artista pertence ao gênio e, portanto, à humanidade, e o quê nele pertence ao mercado e portanto à desumanização do homem. Por isso só o tempo revelará o gênio, assim como o espírito e o caráter de um homem. Por isso, gostaria de sublinhar que, até poderíamos inverter a situação e colocar aqui Noel Rosa como um achado arqueológico da minha amiga Talita (parabéns pelo texto) pois Diogo Nogueira, não é um achado, mas alguém estampado na tela da nossa TV (cotidiano e mundano), enquanto que Noel Rosa, parece sim com aquelas peças de museu, inúteis para o mercado e para a desumanização do homem, de importância colossal (sideral) para o enobrecimento do espírito e da vida do homem. Parabéns pelo achado (na minha perspectiva: Noel)!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
</channel>
</rss>

